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Ana Zucato, da Noh: comunidade AImigas reúne quase 700 mulheres para não ficarem para trás na IA

Fundadora de fintech para casais criou grupo após ver pesquisa mostrando que mulheres adotam IA mais devagar que homens.

Ana Zucato, da Noh: comunidade AImigas reúne quase 700 mulheres para não ficarem para trás na IA
Foto: Divulgação

Ana Zucato é fundadora da Noh, startup de organização financeira para casais. Ao ver uma pesquisa nos Estados Unidos mostrando que as mulheres adotavam a inteligência artificial em ritmo menor que os homens, decidiu agir.

Criou o AImigas, que começou como um grupo de amigas e hoje reúne quase 700 participantes em sete grupos temáticos — dos primeiros passos com ferramentas de IA a aplicações em programação, finanças, marketing e artes.

O papel da IA

Em entrevista ao podcast NegNews, da Época Negócios, Ana diz que a distância no uso de IA entre homens e mulheres pode aprofundar desigualdades já existentes no mercado de trabalho, num momento em que dominar a tecnologia vale cada vez mais.

A proposta é um ambiente sem a pressão de aparentar domínio do assunto, comum em grupos de tecnologia e empreendedorismo. “Todo mundo tem espaço para errar, todo mundo está começando agora”, afirma.

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Os números e os próximos passos

A própria comunidade é gerida com IA: Ana desenvolveu uma assistente virtual que recebe as novas integrantes, explica o projeto e as direciona aos grupos certos. O objetivo é transformar o AImigas na maior comunidade brasileira de mulheres que criam com IA. “Se eu conseguir transformar todas elas em empreendedoras de IA… Nossa, realizaria um sonho”, diz.

Por que importa

Se mulheres adotam IA mais devagar que homens, a diferença pode virar desigualdade no mercado de trabalho; comunidades como o AImigas tentam fechar essa lacuna.

Fontes: Época Negócios/NegNews (22/10/2026). Foto: Divulgação.

Por que isso importa

Análise IA News · a leitura da nossa redação

Se mulheres adotam IA mais devagar que homens, a diferença pode virar desigualdade no mercado de trabalho; comunidades como o AImigas tentam fechar essa lacuna.

Fontes

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Apuração, análise e conclusão editorial produzidas pela redação do IA News a partir das fontes acima. O conteúdo não reproduz o texto original.

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