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Eduardo Rocha pôs 250 robôs de IA para vender consórcio e levou a Klubi a R$ 2 bilhões

Com a agente Kris fechando 96% das vendas sozinha, a fintech de consórcio digital recebe mais R$ 20 milhões do Patria, que já soma mais de R$ 60 milhões investidos desde 2021.

Eduardo Rocha pôs 250 robôs de IA para vender consórcio e levou a Klubi a R$ 2 bilhões
Foto: Divulgação/Startupi

Quando saiu da Rodobens para fundar a Klubi, em 2020, Eduardo Rocha apostou que dava para vender consórcio de um jeito totalmente digital. Seis anos depois, a fintech tem mais de 100 mil clientes ativos e uma carteira acima de R$ 2 bilhões. Em 2022, ela era de cerca de R$ 100 milhões.

Agora, o Patria High Growth, por meio do Fundo III, investe mais de R$ 20 milhões na empresa, em uma segunda extensão da Série A. Com isso, o Patria soma mais de R$ 60 milhões aplicados na Klubi desde 2021. O valuation não foi revelado.

Uma operação tocada por agentes

O que chama a atenção é como a Klubi cresceu sem inchar. O time segue com cerca de 130 funcionários, o mesmo número de quando a carteira era 20 vezes menor.

Quem faz o trabalho pesado são 250 robôs agênticos, que atuam em vendas, atendimento, análise de crédito, liberação de recursos e cobrança. A Kris, agente de IA generativa, faz 96% das vendas de forma autônoma. No atendimento, 95% dos chamados são resolvidos no primeiro contato, sem intervenção humana.

"Já temos o produto, fizemos o deployment de IA, temos os canais com os parceiros", diz Eduardo.

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Consórcio de celular a imóvel

A Klubi começou com consórcio de celular e depois incluiu motos, carros e imóveis. Mais de 80% da base ativa está no consórcio de celular, com crédito médio de R$ 5 mil. No imobiliário, o crédito médio fica entre R$ 400 mil e R$ 500 mil.

Metade das vendas vem direto ao consumidor. A outra metade chega por parceiros que usam a plataforma da Klubi, como Vivo, Localiza, C6, PicPay, Cyrela, Serasa, 99 e OLX.

Segundo a empresa, a Klubi triplicou praticamente todos os indicadores em 2025, queima menos de R$ 1 milhão por mês e se aproxima do breakeven. "A companhia nunca esteve com os unit economics tão bons", afirma o fundador. "E o que a gente está colocando agora é combustível."

O mercado ajuda: o setor de consórcios vendeu R$ 500 bilhões em crédito em 2025.

Por que importa

A Klubi é um exemplo concreto de empresa brasileira que escalou a operação com agentes de IA em vez de contratações, e o resultado aparece no caixa. É o tipo de caso que investidores buscam quando "muitas empresas falam muito do tema de IA", como disse Thiago Maluf, do Patria.

Fontes: NeoFeed (26/10/2026), Times Brasil (27/10/2026) e Startup Researcher (27/10/2026). Foto: Divulgação/Startupi.

Por que isso importa

Análise IA News · a leitura da nossa redação

A Klubi mostra uma fintech brasileira escalando com 250 agentes de IA e um time estável de 130 pessoas, perto do breakeven.

Fontes

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Apuração, análise e conclusão editorial produzidas pela redação do IA News a partir das fontes acima. O conteúdo não reproduz o texto original.

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